Homem morre após choque em canteiro de obras no aeroporto de Guarulhos

Um homem de 26 anos morreu na quarta-feira (18) após sofrer uma descarga elétrica enquanto trabalhava em um canteiro de obras no Aeroporto Internacional de Guarulhos, segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. De acordo com o órgão estadual, o trabalhador realizava um serviço de travessia de cabos quando acabou encostando em um fio de alta tensão. Notícias relacionadas:Bolsa Família não retira mulheres do mercado de trabalho, diz FMI.Doenças afastaram 4,1 milhões de trabalhadores de suas funções em 2025.Trabalhadores processam Volkswagen por regime análogo à escravidão.O Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionados, mas o trabalhador não resistiu aos ferimentos. Em nota, a concessionária GRU Airport afirmou que o profissional "realizava manutenção em rede aérea em via pública" e que ele era um prestador de serviços externo, que não trabalhava para o aeroporto nem para seus cessionários. Por meio de nota, a concessionária lamentou o fato, disse que se solidariza com os familiares e informou “que as autoridades competentes foram acionadas para prestar o atendimento e investigar as causas da fatalidade”. O caso é investigado como morte suspeita pela 3ª Delegacia de Atendimento ao Turista do Aeroporto (Deatur), em Guarulhos.

Fev 19, 2026 - 16:00
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Homem morre após choque em canteiro de obras no aeroporto de Guarulhos

Logo Agência Brasil Um homem de 26 anos morreu na quarta-feira (18) após sofrer uma descarga elétrica enquanto trabalhava em um canteiro de obras no Aeroporto Internacional de Guarulhos, segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.

De acordo com o órgão estadual, o trabalhador realizava um serviço de travessia de cabos quando acabou encostando em um fio de alta tensão.

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O Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionados, mas o trabalhador não resistiu aos ferimentos.

Em nota, a concessionária GRU Airport afirmou que o profissional "realizava manutenção em rede aérea em via pública" e que ele era um prestador de serviços externo, que não trabalhava para o aeroporto nem para seus cessionários.

Por meio de nota, a concessionária lamentou o fato, disse que se solidariza com os familiares e informou “que as autoridades competentes foram acionadas para prestar o atendimento e investigar as causas da fatalidade”.

O caso é investigado como morte suspeita pela 3ª Delegacia de Atendimento ao Turista do Aeroporto (Deatur), em Guarulhos.

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